“(…) Como falar hoje em erotismo sem simplesmente propor uma simples mercadoria? Como usar hoje o nome do erotismo em nome de outra coisa que não seja moda, publicidade, consumo? (…) o pretenso combate ao pseudo-erótico ou o pretenso esclarecimento do que seja o erótico vieram engrossar o caudal da inflação erótica ou das confusões pornográfoco-publicitárias”.